Estou de luto.
Revolver foi o álbum mais importante de todos os tempos para o rock'n'roll.
Revolver foi o álbum mais importante de todos os tempos para o rock'n'roll.
Vai ver é porque tinha pouca gente e ninguém iria ver o estrago ou talvez porque o dono da aparelhagem vigiava na nuca dos caras. Mas foi rock'n'roll, de qualquer jeito.
Quanto à revista, é sério. Se todos, em áreas específicas, comprometessem-se em enviar um artigo (bem elaborado, todos provaram inúmeras vezes que possuem capacidade para isso) por mês, teríamos um monte de coisa boa para ler, não acham?
Estou me preparando para o Kennedys e pra londres.
Podem esperar a gente (o zamba também) que a gente vai tocar o horror, hehehe.
Ah, ontem aumentei para 11 o número de bares em que já tomei tequila aqui em curitiba.
O Digão e o Moraes, ambos aqui do Bonde, disseram que eu sou indie.
Respondi a eles que não sou.
Daí o Digão me disse: "A primeira coisa que um indie diz é não assumir que é".
Bom, beleza, antes ser indie que hippie, mod ou blazé.
Hoje vão fazer sorteio de amigo secreto. Sabe o que eu realmente gostaria de ganhar?
Mais paciência e compreensão das pessoas que estão com escassez de ambos.
Mas tudo bem, eu me conformo com um Cd legal de R$ 20 ou um boa história em quadrinhos
Dizem por aí que o Frazão e o Cavazotti querem um blog. Ambos são gente boa pra cacete e adoram ácido súlfurico no olho de políticos e gente ruim. Além disso, têm uma visão bastante peculiar e, no mínimo, interessante sobre alguns assuntos, especialmente na política e na cultura.
Hehehe. Com eles aqui não falta muita coisa para lançarmos uma "Revista Cultural Tipos.com.br".
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O MUNDO DE GRUTA - parte 2
Rafael Gruta (nome fictício para preservar a fonte) adora palavras difíceis. Quando era pequeno, suas brincadeiras não tinham nada a ver com bonecos de plástico, gibis, banco imobiliário, ludo ou televisão. Sua diversão era caçar palavras que nem mesmo seu pai dizia mais em dicionários.
Até que ele cresceu. Virou jornalista e aspirante a cineasta. E mais: um dicionário ambulante.
Mas continua não sabendo brincar com bonecos de plástico, gibis, banco imobiliário ou ludo.
A tevê, das grandes, serve pra ver filmes.
Pois é, já comprei o ingresso do DK e amanhã vou ver o tal "And you Know Us by the Trial of Dead". Hehehe, dizem que os caras iam para Londrina, mas como eles quebram tudo, o pessoal ficou cabreiro em alugar aparelhagem.
Quero ver.
Dias atrás eu vi uma tiazinha vendendo sorvete com uma camisa do Dead Kennedys. Isso que é punk, o resto é conversa.
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E aqui vai...
O MUNDO DE GRUTA - capítulo 1
Zé Fubá é um cara que me assaltou semana passada. Ele me roubou 20 reais e, como choraminguei bastante, devolveu-me um passe e duas fichas de fliper de troco. Quando cheguei em casa (depois de xingá-lo até a quarta geração no caminho) viajei que ele era um nobre vagabundo.
Ramela é uma garota com quem tenho sonhos molhados e, às vezes, viajo que vou conseguir colocá-la na grelha depois de tanto enviar textos com as palavras "lua", "estrelas", "vosmecê", "onírico" e "mel".
Tatinha é um comentarista esportivo que fala sobre o Tubarão. O time sim é alguma coisa bem pé-vermeia.
Pois aguardem. Vc vão conhecer aqui um subblog que promete ser a maior sensação do verão.
Mais inteligente que Casa dos Artistas...
Mais emocionante que filmes do Van Damme...
Um novela mais real que No Limite...
Mais escabroso que os adjetivos de Fábio Galão...
CONHEÇA!!! ----- O MUNDO DE GRUTA!!!
*Em prol da destruição do lirismo*
Só aqui, a partir de segunda-feira.
Hehehe. O Fábio Galão me escreveu e disse que tá fazendo uma promoção no Bedelho. Faz um favor e vai quanta coisa boa esse maldito gente boa tem pra escrever e aproveita os boi para levar um um CD do Pelvs.
Continuo desenhando garotas para camisetas.
Ah, estou escrevendo um conto, que possivelmente será quadrinizado, e escrevi uns dez capítulos.
É sobre um cara que morre e passa a contar suas sensações e suas percepções no além. Ele começa a escutar um nome (Adler) incessantemente e começa a conhecer outras pessoas que estão com ele. Entre elas estão Adrien (uma garota meio sonhadora), Willian (um milico que adora computador), Kansky (um escritor misterioso), Cobain (será o idiota do cantor?) e Victor (um cara meio estranho que fica babando o tempo todo e sua mandíbula vive caindo).
Paralelamente, um jovem e bem-sucedido publicitário não consegue encontrar algumas respostas para sua vida e não consegue fazer as vozes pararem de atormentar sua mente. E aí começa a relação com toda a gangue de cima.
O nome do conto é "Post Mortem Hotel" e quem quiser, mande-me mail para receber por pílulas os capítulos que já escrevi.
Acho que por enquanto é só.
Ps: Que legal Gabi que tem escutado Weezer. É uma banda bem legal. Experimente Dinosaur JR, Sebadoh, Strokes, Pixies...
Como é ruim lidar com gente mal-humorada né? Fazer o quê, tem gente que parece que anda com uma farpa na nuca a maior parte do tempo. Solução? A única que tenho é: tire a farpa da nuca.
Ouvi dizer que muita gente que conhece quer ou já tem um blog. Isso é até legal, mas peraí.
Como é que vai ser quando nos encontrarmos? Não vamos ficar falando só destas bostas de blogs ou ficar olhando com cara de idiota um pro outro sem assunto, não é? Ou com assuntos idiotas?
Vou no Velhas Virgens comer meninas promíscuas e no Agent Orange em busca de antraz.
Hehehe.
Não aguento mais ver aquele pivete freak falando tanta bosta.
Agora sei porque não conseguimos falar mais que gugu dadá quando somos crianças.
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Estou desenhando modelos de George Armani. Hehehe. Quem diria.
Ah, gabi, só para não perder o costume, eu sei que tem namorado, mas se vc estiver precisando de um erotismo pode contar com o velho Jordan aqui que não tem tempo ruim não.
Hahaha. Viva las Vegas!
Depois de um tempinho fora do blog - ei, a culpa não foi tão minha assim... ou eu tava sem tempo, ou longe de um computador ou essa bosta de blogger não funcionava - esou de volta ao diário tosco que gostaria de ter quando tinha 11 anos de idade.
Hehehe. Naquela época eu guardava as anotações em um editor de texto primitivo que eu tinha no extinto MSX. Até que era bacana, mas eu nunca deixei ninguém ver.
Bom, para aqueles que gostam deste rapazinho aqui e quer saber o que eu aprontei nesta semana, tenho que dizer que na quarta-feira eu, sem querer, voltei aos bons tempos da capetagem. Mas acalmem-se, durou apenas um dia e nenhum lugar ficou abalado por causa disso aqui em Curitiba.
Resumo: (dias 14 a 18/11)
Trabalho
Trabalho
Seleção na Copa
Rock engraçado e divertido (pelebrói não sei e faichecleres)
drunk in public
beijos em gatinha
punk in drublic
a gatinha vaza
sexo com outra
três pontos fora de casa valem mais
quinta-feira
trabalho
trabalho
Beto Batata
PacatatuseiláoquÊ
sexta
trabalho
trabalho
sucatão
sábado
trabalho
trabalho
Gatinha liga e vamos no show do Tarja Preta
Fliperamas, hehehe
Domingo
Trabalho
No Limite
Legal é que na segunda retomei algumas coisas para fazer e umas idéia retardadas que merecem perturbar a vida alheia. Não, eu não me acomodo e gosto quando as pessoas sentem angústia por saber que algumas pessoas sabem o que elas pensam sobre certas coisas que não gostamos de pensar.
por isso estou escrevendo um conto - que possivelmente irei quadrinizar - chamado Post Mortem Hotel.
Hehehe. Aguardem.
Ah, preparem-se que no dia 6 eu e o Zamba- o pequeno menino cabeça de purungo - vamos visitar londres e vamos detonar essa cidade. Pode comprar a tequila e reservar o lugar que vamos fazer um churrascão de detonar.
Estava pensando nos blogs. Não naquelas análises comportamentais idiotas. Mas uma simples observação. Ah, também quero registrar que o Grota vai fazer um blog e minha missão será destruir todo o lirismo que ele eventualmente disser (ah, ele vai dizer...)
Voltando aos blogs: existem três categorias - os leitores, os bloggeiros e os simbiontes (ambos leitores bloggeiros e vice-versa)
Características dos leitores:
1 - Alguns lêem porque querem saber coisas interessantes de pessoas interessantes
2 - A maioria lê porque quer saber sobre os amigos
3 - Muitos lêem porque não tem o quê fazer
4 - Todos lêem porque também querem se ver
Características dos bloggeiros:
1 - Alguns bloggam porque sentem necessidade de dizer coisas interessantes para pessoas interessantes
2 - A maioria gosta de escrever e quer informar as pessoas, principalmente os amigos
3 - Muitos bloggam porque não tem o quê fazer
4 - Todos escrevem porque querem falar de si e se ver depois
Características de simbiontes:
1 - Alguns fazem simbiose para não ficarem loucos
2 - A maioria faz simbiose porque vêem no blog um meio de comunicação
3 - Muitos fazem simbiose porque não tem o que fazer
4 - Todos que fazem simbiose têm um lado egocêntrico que gostam de ver depois. (aliás, o Moraes é um destes tipos que adora que as pessoas leiam as coisas que ele escreve e quase goza quando os outros falam dele - acho que neste momento ele ficou contente de eu ter escrito isso... merda!)
Bom, acho que é só por enquanto. Abração zamba, menino-cabeça de purungo.
Se quisessem diminuir a população mundial, transformavam uma semana do ano em 7 segundas-feiras.
Estou me preparando psicologicamente para enfrentar o feriadão de plantão na Folha. Vai ser dureza, trabalhar o dia todo durante 4 dias seguidos. Na correria.
Mas também terei um tempo legal para mim. Quero investir na loucura e fazer quadrinhos. Quero que Dante me leve para todas as esferas e me ajude a entender e escrever porque acho que as vozes na minha cabeça são pessoas mortas. Algumas acho que conheço.
Ah, sugestão para quem gosta de um suspense bem feito: Os Outros, com a gostosa da ex-Cruise, Kidman, é um barato. O diretor espanhol que esqueci o nome é mais um desses diretores espertos que sabem que uma história já contada inúmeras vezes só pode fazer sucesso de uma forma: na maneira como a contamos. E é isso que pode-se ver.
Assim como Amnésia, o telespectador é um privilegiado. Ao contrário dos filmes de Lynch - em que o diretor manipula, bate, xinga, subestima, humilha e chama vc de burro - Amnésia e Os Outros te dão uma perspectiva privilegiada da história: vc é o único que sabe de tudo e a cumplicidade às vezes te aproxima dos personagens.
Comecei a fazer academia de novo e, como sou bonitão, fui colocar os pesos que levantava antes. Resultado: estou quebrado e, pra variar, mancando de novo.
E assim caminha a juventude, meu caro Ferris.
Às vezes penso que não pertenço a grupo algum e até lembro quando eu era adolescente, quando a identificação era tudo para mim e para um monte de gente, até um certo ponto.
Hoje, vou em alguns lugares e descobri algumas coisas.
Pra começar, quem tem algo em torno da minha idade (21 a 25 anos) também faz parte de uma geração perdida, em que todos disseram que não descobrimos ou produzimos nada de bom para a sociedade. E também tem o lance de eu não ter tido uma adolescência, digamos, convencional.
Eu achava que a maneira como a gente se veste não importava, muito menos a música que você escutava. Se você jogava o cabelo na testa, usava tênis sujo ou gesticulava bastante; gostava de Chemical Brothers, Metallica, Air e a tal da Chan Marshall, não importava. Achava que as pessoas realmente se interessavam por aquilo que fazia vc e não pelo que tu fazia pelos outros.
E, ao invés de me vestir como os outros, eu os vestia como queria.
E hoje descubro que estive certo. Tenho minhas convicções e sou determinado a cumprir meus objetivos. Isso incomoda muita gente. Principalmente aqueles que gostam de se dizer bem resolvidos ou fazem pose de "cool" - os tais blazés.
Ser tão seguro perto de quem liga tanto para identificação te torna repulsivo, às vezes assustador.
E assim, prefiro ficar sozinho e mandar quem não aguenta a parada ir comer a bosta do diabo.
Hehehe.
Depois fomos no James, um boteco cheiio de gente moderna. O Vinicius e a Milena, de Londrina, estavam aqui e ficamos tomando beer até altas horas, já que eu não precisava trampar.
Putz, tenho que começar a economizar para ver os shows. Só esse mês ainda tem o Agent Orange e no começo do mês que vem tem Dead Kennedys. Tô fudido. Mas não dá nada.
Enquanto isso, continuo trabalhando bastante e curtindo o erotismo por aí.
Hehehe. Viva o clube dos cafajestes.
Mas tudo bem, as coisas vão bem. Dropei pra cacete em Londrina. Estou trabalhando num ritmo ainda maior. Mas não dá nada.
Escrevi uma poesia (quase nunca fiz isso na vida) pra uma música que um personagem meu (que é compositor) vai cantar em uma de suas músicas.
Segue aí:
Meu coração tarde.
O corpo rói.
Partes do cérebro estão com fusão.
A alma contorce.
Só que isso tudo vai pro inglês.
Bom, acho que é só, deixa eu voltar para minhas chicotadas do dia.
Ah, no dia de Finados eu realmente conversei com mortos.
Som é bem feitinho, com um vocal feminino à la Cranberries e um monte de nerd tocando os outros instrumentos. Ou seja, som indie guitar com melancolia para a gente dormir. Vi o show, bastante sonolento (ainda mais naquele bar de blasé - o James) mas confortante. Engraçado que na fita demo tá escrito - "Live, Fast and Loud". Putz, não ouvi nada de rápido, nem percebi que era ao vivo e nem mesmo era barulhento. Aliás, já virou minha trilha predileta para pegar no sono.
Não sei porque, mas aqui todos os barzinhos parecem "casa de Snoopy": uma portinha que vc não dá um biscoito e quando entra tem mezanino, pista de dança e etc.
Ah, eu e o Digão, do Bonde, fizemos uma matéria sobre a banda GorillaZ. Quem quiser dar uma olhada, entra aqui.
Estou indo para londres de novo. Hehehe.
Finados vai ter noite dos mortos vivos.
Viva Las Vegas!