Cat Power
WE3, lançado pelo escritor Grant Morrison e pelo ilustrador Frank Quitely (dupla que ficou um tempo em X-Men) é um espetáculo gráfico.
O roteiro não chega a ser um dos melhores de Morrison, que explora espionagem hi-tech com animais -parece que o cara quer vender a idéia para algum estúdio, tem o típico ritmo e clima que hollywood gosta de fazer.
O que vale a pena mesma é o trabalho de Quitely, seu material mais ousado e uma das coisas mais inovadoras em narrativa de quadrinhos dos últimos tempos.
Separei duas partes como exemplo:

frank quitely
Aqui, o cara manda às favas espaço e tempo e comanda cada detalhe do acontecimento, na ordem que bem lhe interessa e ao mesmo tempo monta um mosaico que você mesmo pode criar como o evento aconteceu.
O grito silencioso, o momento exato em que o coração do cara pára de bater. Ele sugere, você visualiza.

frank quitely
Bem, aqui, o cara simplesmente brinca com o 2D e o 3D com uma seqüência do gato robô assassino destruindo um soldado.
Note mais uma vez a ausência de onomatopéias, o que valoriza a seqüência (já que você é quem deve criar o som) e os detalhes do movimento e da ação: sem precisar dizer uma palavra, Quitely mostrou quão mortal o personagem pode ser ao, literalmente, atravessar dezenas de soldados. Você poderia ilustrar isso de milhares de formas, mas o cara achou uma solução extremamente original.
Bem, espero que WE3 saia por aqui.
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Ontem assisti ao último filme do Woody Allen e gostei. Não estava indo ver os últimos porque é sempre o mesmo personagem e sua crise com Manhattan e bla-bla-bla.
Mas esse último gostei, porque quem interpreta o Woody Allen é o Jason Biggs, que vem sofrendo pra comer uma mina desde o American Pie.
A Cristina Ricci, eterna nenê da Família Adams, está uma verdadeira biscate, dá vontade de quebrá-la ao meio.
Quem acha que Closer é algum tratado sobre relacionamentos modernos, deve dar uma espiadinha nesse que, sem tanta pretensão e caretas, consegue trazer coisas tão verossímeis quanto, só que de forma divertida.
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Não sei se isso é possível mas outro dia sonhei com seqüência. Em um dia estava em tal lugar, acontecendo tal coisa (quando acordei me lembrava) e, no dia seguinte, tive um deja vu do dia anterior quando acordei novamente. Só que percebi que o que tinha acabado de sonhar era continuação do dia anterior.
Cada coisa.
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Meus sonhos estranhos continuam e outro dia estava numa fábrica, acompanhando como é que fazem cotonetes, tipo aquelas “matérias” do Gugu.
Credo.
Mr. Sandman, bring me a dream.
O roteiro não chega a ser um dos melhores de Morrison, que explora espionagem hi-tech com animais -parece que o cara quer vender a idéia para algum estúdio, tem o típico ritmo e clima que hollywood gosta de fazer.
O que vale a pena mesma é o trabalho de Quitely, seu material mais ousado e uma das coisas mais inovadoras em narrativa de quadrinhos dos últimos tempos.
Separei duas partes como exemplo:

frank quitely
Aqui, o cara manda às favas espaço e tempo e comanda cada detalhe do acontecimento, na ordem que bem lhe interessa e ao mesmo tempo monta um mosaico que você mesmo pode criar como o evento aconteceu.
O grito silencioso, o momento exato em que o coração do cara pára de bater. Ele sugere, você visualiza.

frank quitely
Bem, aqui, o cara simplesmente brinca com o 2D e o 3D com uma seqüência do gato robô assassino destruindo um soldado.
Note mais uma vez a ausência de onomatopéias, o que valoriza a seqüência (já que você é quem deve criar o som) e os detalhes do movimento e da ação: sem precisar dizer uma palavra, Quitely mostrou quão mortal o personagem pode ser ao, literalmente, atravessar dezenas de soldados. Você poderia ilustrar isso de milhares de formas, mas o cara achou uma solução extremamente original.
Bem, espero que WE3 saia por aqui.
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Ontem assisti ao último filme do Woody Allen e gostei. Não estava indo ver os últimos porque é sempre o mesmo personagem e sua crise com Manhattan e bla-bla-bla.
Mas esse último gostei, porque quem interpreta o Woody Allen é o Jason Biggs, que vem sofrendo pra comer uma mina desde o American Pie.
A Cristina Ricci, eterna nenê da Família Adams, está uma verdadeira biscate, dá vontade de quebrá-la ao meio.
Quem acha que Closer é algum tratado sobre relacionamentos modernos, deve dar uma espiadinha nesse que, sem tanta pretensão e caretas, consegue trazer coisas tão verossímeis quanto, só que de forma divertida.
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Não sei se isso é possível mas outro dia sonhei com seqüência. Em um dia estava em tal lugar, acontecendo tal coisa (quando acordei me lembrava) e, no dia seguinte, tive um deja vu do dia anterior quando acordei novamente. Só que percebi que o que tinha acabado de sonhar era continuação do dia anterior.
Cada coisa.
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Meus sonhos estranhos continuam e outro dia estava numa fábrica, acompanhando como é que fazem cotonetes, tipo aquelas “matérias” do Gugu.
Credo.
Mr. Sandman, bring me a dream.





