Sim, acordei às 9h30 só para assistir Coréia x Togo.
Copa do Mundo é o melhor evento do Mundo.
Deveria existir uma Copa infinita.
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Aqui em casa estamos fazendo a Copa do Mundo Winning Eleven.
Eu, o Great e o Alexandre estamos jogando partida a partida, de acordo com os horários, para ver que é o campeão.
Por enquanto a surpresa é a artilharia do espanhol Villa, com oito gols, seguido de Owen, com cinco.
A maior goleada foi da Espanha sobre a Ucrânia, por 8 a 0, e um resultado inesperado até agora foi os 4 a 0 da Polônia aplicados sobre o Equador.
Cada coisa.
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Melhor mesmo do que já achar nossa seleção sensacional, é ouvir isso da boca
deles.
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Dado ao fato que no mundo existem mais mulheres e que as mulheres “que-não-gostam-de-futebol-mas-quando-é-copa-eu-torço” então durante esses dias, o futebol é coisa de mulher.
Ainda bem, horrível assistir partidas sem o perfume delas.
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E hoje, hein?
Pois é, hoje é dia de quebrar o trauma.
Os críticos que o digam. Existe uma onda pessimista gerada por trauma e que leva ao conformismo, ao medo. Fica fácil dizerem que superfavoritismo é ruim, que o Brasil vai perder, blábláblá, e depois, se isso acontecer, dizerem pra todos “eu te disse”. Se o Brasil ganhar, os mesmos caras vão dizer o de sempre: “a paixão venceu a racionalidade” e essas lorotas.
Bullshit!
Tudo trauma de uma criança que caiu do balanço em 50, em 66, em 78 e, principalmente, em 82. E até hoje, mesmo que se sinta à vontade no parquinho, lembra desses tombos.
Está na hora de superar esse trauma e se consagrar como a melhor seleção do universo nos próximos 50 ou 100 anos (sim, porque numa projeção histórica, estatística e técnica da evolução atual dos times, esse é o tempo que uma geração de craques da itália ou alemanha levaria para nos alcançar caso fôssemos hexacampeões).
Temos a melhor seleção desde 70, temos os melhores jogadores e, acima de tudo, temos um grupo que será lembrado eternamente. “O time que não tinha mais pátria”. O Brasil já não é mais um time de uma pátria só.
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O Lúcio, com aquele futebol literário, voraz, aquela bola tinhosa, vai dar pedaladas-poema em direção aos adversários e transformar lances ridículos em haikais.
Hahaha, viva as subidas do Lúcio, momento stand-up comedy dos gramados. Nem Seinfeld improvisaria tão bem.
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Ele vendia telesenas nas ruas geladas e sujas de Kiev e quando cresceu tornou-se “O Mecânico”, o “Brocador”, o matador do ucraniano.
E amanhã ele estará em campo, com o meu segundo time na Copa.
Dá-lhe Shevchenko e Ucrânia!
“No Mercy!” (@sdfh#$% - em ucraniano)
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Bom, se o Brasil não for pra final, quero que seja República Tcheca x Suécia.
O futebol poderá não ser vistoso, mas aposto que a festa será...
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Ia explicar porquê Arquivo X e Lost são embustes mas vou deixar isso para depois. Afinal de contas, estamos em época de Copa, ah tempo bom que não volta mais...
Agora dá licença que daqui a pouco tenho que assistir o jogo do Brasil na igreja.
Pois é, nem me fale.
Tomara que você nunca encontre a última figurinha que falta para o seu fétido álbum da Copa, que quando estiver completo sua empregada vai jogar fora.
Final mundial, ringue de 4x4m, gel de cereja, time de dez! HE