Dinosaur Jr.
sem fotos não tem condição né? mas tudo ok, vamos lá.
vou quebrar meu jejum aqui falando de um projeto de gente que sempre pensa o quadrinho, o que é bom pra quem gosta.
como todo mundo sabe, o mercado, não só aqui como no mundo todo, cresceu muito devido aos filmes e seriados - sejam eles bons ou não.
fato é que o quadrinho popularizou-se, ganhou edições "absolute" ou "omnibus", pode ser encontrado em livrarias megastore no brasil mas... sumiu das bancas!
não, claro que não sumiu, mas o chamado "gibi" não tem mais - raras exceções, como os "geração marvel" da panini ou projetinhos menores (a abril decepou o que havia restado de disney e a globo desistiu do mauricio de sousa, que foi parar na panini).
quem pode explicar melhor é warren ellis e seu grande projeto, denominado "fell".
fell narra a história de um detetive que acaba de se mudar para um apê rodeado de bizarrices. arco em cinco partes, de 24 páginas, recheado de humor negro e esquisitices pop, com desenho bacana, pintado, de ben templesmith, o mesmo que desenhou o bando de vampiros em 30 dias de noite (em breve nos cinemas).
"tudo bem, o que há de tão legal em fell?"
bem, acima de tudo, o projeto.
ellis, seguidor de alan moore, percebeu o descaso da indústria com os leitores casuais, aqueles mesmos que gastavam os trocos para comprar um "gibi". (acho que o pessoal que até pouco tempo achava que quadrinho é porcaria, principalmente no brasil, hoje em dia se esforça tanto em dizer que é arte que esquece que é, acima de tudo, diversão. claro, cultura disfarçada de diversão, mas, primordialmente, entretenimento).
nas palavras do autor, ellis quis fazer algo de qualidade "pra mudar a vida de alguém em troca de alguns centavos". pois foi isso que aconteceu com ele. por pouco menos de um dólar, uma revista mudou toda sua vida.
e foi isso que ele propôs no projeto, abraçado pela image.
lançou uma história bem legal, com volumes fechados, mas que forma outra história maior e ainda mais intrigante, quando colecionadas as cinco edições.
tenho até vergonha de dizer que li as edições pela internet, mas se tivesse por aqui eu seria o primeiro a comprar.
no entanto, quem disse que alguma editora tem interesse de publicar isso com o preço proposto pelo projeto?
aliás, que editora seria corajosa o suficiente para impôr o free comic book day no brasil?
bem, se você tem a resposta, comemore.
afinal de contas, hoje é o dia nacional dos quadrinhos.
vou quebrar meu jejum aqui falando de um projeto de gente que sempre pensa o quadrinho, o que é bom pra quem gosta.
como todo mundo sabe, o mercado, não só aqui como no mundo todo, cresceu muito devido aos filmes e seriados - sejam eles bons ou não.
fato é que o quadrinho popularizou-se, ganhou edições "absolute" ou "omnibus", pode ser encontrado em livrarias megastore no brasil mas... sumiu das bancas!
não, claro que não sumiu, mas o chamado "gibi" não tem mais - raras exceções, como os "geração marvel" da panini ou projetinhos menores (a abril decepou o que havia restado de disney e a globo desistiu do mauricio de sousa, que foi parar na panini).
quem pode explicar melhor é warren ellis e seu grande projeto, denominado "fell".
fell narra a história de um detetive que acaba de se mudar para um apê rodeado de bizarrices. arco em cinco partes, de 24 páginas, recheado de humor negro e esquisitices pop, com desenho bacana, pintado, de ben templesmith, o mesmo que desenhou o bando de vampiros em 30 dias de noite (em breve nos cinemas).
"tudo bem, o que há de tão legal em fell?"
bem, acima de tudo, o projeto.
ellis, seguidor de alan moore, percebeu o descaso da indústria com os leitores casuais, aqueles mesmos que gastavam os trocos para comprar um "gibi". (acho que o pessoal que até pouco tempo achava que quadrinho é porcaria, principalmente no brasil, hoje em dia se esforça tanto em dizer que é arte que esquece que é, acima de tudo, diversão. claro, cultura disfarçada de diversão, mas, primordialmente, entretenimento).
nas palavras do autor, ellis quis fazer algo de qualidade "pra mudar a vida de alguém em troca de alguns centavos". pois foi isso que aconteceu com ele. por pouco menos de um dólar, uma revista mudou toda sua vida.
e foi isso que ele propôs no projeto, abraçado pela image.
lançou uma história bem legal, com volumes fechados, mas que forma outra história maior e ainda mais intrigante, quando colecionadas as cinco edições.
tenho até vergonha de dizer que li as edições pela internet, mas se tivesse por aqui eu seria o primeiro a comprar.
no entanto, quem disse que alguma editora tem interesse de publicar isso com o preço proposto pelo projeto?
aliás, que editora seria corajosa o suficiente para impôr o free comic book day no brasil?
bem, se você tem a resposta, comemore.
afinal de contas, hoje é o dia nacional dos quadrinhos.