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19 April 2007

Mogwai

O nome do seriado canadense é Food Jammers, aqui no Brasil conhecido como Hora do Rango, no canal Multishow.


Três nerdões largados -Micah Donovan, Christopher Martin e Nobu Adilman- decidem aproveitar suas aptidões para fazer misturas doidas com comida. À primeira vista, pode parecer um programa bobo para moças mas é bem divertido.

Acompanhe, por exemplo, o episódio em que o trio decide criar um refrigerante caseiro com sabor de plantas locais. Afinal de contas, os caras ficaram cansados de tomar sempre a mesma coisa quando ensaiam na casa deles -sim, eles têm uma banda, que deve ser bem ruim.

Então os caras encontram gengibre selvagem, maçãs toscas e mais umas raízes na região. Depois compram o que precisam. Testam sabores como raízes azedas, melão com curry, cereja com pêssego+grapefruit+gengibre+baunilha e pimenta, entre outras maluquices.

Os sabores parecem ter ficado bons e então os caras ainda dão um jeito de colocar gás -a primeira tentativa foi com levedo, mas como as garrafas estouraram optaram pela segunda com um barril de CO2- e ainda inventam torneiras personalizadas para encher o copo do refri louco na sala de ensaio.

Engraçado. O troço passa no Multishow às 18h30 das quintas, com horários alternativos no domingo (16h30), segunda (14h30) e terça (02h30).

Fim!

10 April 2007

Dropkick Murphys



Só pra ilustrar a piada do Vidal.

A mulherada deve achar o dhalsim bonitão também.

Yoga Fi-re!

08 April 2007

Motörhead

Em homenagem à chegada da nova geração de videogames, escolho aqui...

Os cinco melhores jogos para PS2:

1. Metal Gear Solid 3 - Snake Eater

Sou bem suspeito de dizer isso mas Solid Snake rocks. A história é maluca mas bem legal e segue uma cronologia que respeita os fãs (como eu) desde o primeiro jogo, lançado no MSX em 1987.

Snake não tem vida fácil
Aliás, uma grande sacada. A versão Subsistence conta com os dois primeiros jogos Metal Gear e Metal Gear: Solid Snake, do MSX, para jogar no PS2. Só quem jogou na época -quando ainda não havia tradução do primeiro para o inglês- sabe o que jogar isso com controle significa, já que os Experts e Hotbits tinham teclados horríveis, quase de brinquedo.

Clássico do MSX está no MGS3: Subsistence
Voltando... Jogabilidade sensacional, esquema de camuflagem revolucionário, desafio constante com chefes poderosos e uma perseguição final nunca antes orquestrada em um videogame. Sem contar a trilha sonora "James Bond" e a sensação de ter participado de um blockbuster de sucesso grandioso.

Trilha sonora é legal e até ganhou CD próprio
Que venha Metal Gear 4: Guns of the Patriots!

2. God of War 2

Como alguém ousaria remodelar a Mitologia Grega, a maior fonte de criação para todos os super-heróis que conhecemos hoje? O que faria você acreditar que alguém poderia melhorar histórias eternas de paixão, violência, coragem e redenção? Bem, God of War, tanto o 1 quanto o 2, fazem isso e com competência.

Kratos não conversa muito, o negócio dele é arrancar cabeça de medusa e assassinar deuses
Um bom jogo, com gráficos impressionantes e sistema de lutas intuitivo -a exemplo de Prince of Persia para PS2-, nem sempre são suficientes para fazer a cabeça de todos os jogadores. A história, a essência, tem que motivar as pessoas a passarem horas castigando os controles.

Por isso mesmo, God of War 2 é sensacional. Os gráficos continuam muito belos e a jogabilidade -além do desafio- seguem excepcionais. O que faz a diferença é se sentir como parte da história da mitologia e reencontrar todos os deuses, titãs e semideuses que adoramos.

E se ousadia é a palavra ideal para GoW, os caras foram mesmo corajosos ao concluir um jogo bastante violento, com sangue jorrando pra tudo quanto é parte, e personagens quase nus, com as mulheres com peitos de fora.

Ah não, temos que matar Perseus, do clássico Fúria de Titãs
Encontre Theseus e lute contra os minotauros para conseguir sua chave, livre Prometeu da maldição de Zeus, roube as asas de Ícaro e convença Atlas a te auxiliar... A única coisa que me decepcionou foi ter que matar Perseus, já que adorava ver o filme Fúria de Titãs quando pequeno...

Ah, sim. Esse jogo deveria ganhar o prêmio de "Melhor Mapa". Sou meio chato em ficar analisando coerência de mapa em filmes (a briga de Darth Vader e Luke em O Império Contra-Ataca tem o mapa mais desconexo da história do cinema) e em videogames e GoW 2 tem o mapa mais bem feito, não só em coerência, mas também em escala, já que tudo é imenso e você um mero mortal.

3. Resident Evil 4

Pô, a série que levou o gênero survival horror para outro patamar nos consoles, ainda no PS, chegou a um outro estágio de evolução. Essa edição não só retoma aquele clima de "fudeu-acabou-a-munição-e-não-tenho-nenhum-medkit", como também tem uns puzzles legais (não disse difíceis).

Série é a melhor do gênero survival horror
Os gráficos ficaram impressionantes, inclusive pela taxa de atualização frame-by-frame, que, junto com a música, criaram a atmosfera perfeita para fazer o que adoramos em uma tarde chuvosa de sábado à tarde: atirar em cabeças de zumbis!

Jogabilidade com sistema de armas ficou muito bom no RE4
O sistema de uso de armas ficou excelente e os monstros horripilantes. A história continua meio besta, mas, nesse caso, nunca foi o que realmente atraiu na série. Afinal de contas, matar mortos-vivos é realmente divertido.

4. Shadow of the Colossus

Quando alguém me disse: "cara saiu um jogo que não tem inimigos, subchefes, itens, upgrades de equipamentos, nada. São 16 chefes contra você e um cavalo, munido de uma espada e um arco-e-flecha", não dei uma cebola para o jogo, até porque eu nunca gostei de Ico, produzido pela mesma equipe.

Épico é considerado obra-prima por gamemaníacos
Depois de jogar pouco mais de dez minutos, mudei completamente de idéia. Não é à toa que Shadow of Colossus reacendeu a questão: "um game já pode ser considerado obra de arte?"

Os colossos são realmente imensos
Bem, discussões à parte, SoC é grandioso, um épico. Esse é o clima de quando você começa a subir nos enormes colossos que povoam o jogo. Esse é o pensamento quando você vasculha os horizontes do imenso e bonito território.

O desafio não é tão grande assim -sim para achar alguns colossos vai quebrar um pouco a cabeça, mas os chefes, em si, não representam grande ameaça-, no entanto, esse é um jogo que você nunca vai esquecer.

5. Final Fantasy XII

A despedida para o PS2 foi digna de espera. A história e os personagens são legais -não tanto quanto FF VII ou VIII- mas o que empolga mesmo é o sistema de batalha, inovador, que deve ser padrão para os próximos FFs da próxima geração.

Cut-scenes da Square continuam deixando os fãs de boca aberta
As cut-scenes da Square continuam sendo as melhores de cada geração e o mapa de Ivalice é algo estrondoso. Cara, você realmente vai demorar muito se quiser ir andando de Giza Plains para a Cidade Imperial de Archades.

O Groo não gostou da história, mas é compreensível, já que quem jogou Final Fantasy Tactics e Vagrant Story certamente estará mais familiarizado com o rolo todo.

Você nunca luta tanto em um FF quanto nesta edição
Você nunca vai lutar tanto, com o sistema de batalha em tempo real com os gambits, e nunca passará tanto tempo no mesmo jogo, fazendo sidequest e caçando monstros. A previsão de terminar o jogo entre 70 e 200 horas não é brincadeira.

Os pontos fracos são os personagens pouco carismáticos -desta vez não temos o foco em apenas um protagonista-, os chefões Judges muito fraquinhos e os Aeons, aqui conhecidos como Espers, muito frangos também. Desde FFVIII não existem mais Aeons como antigamente... Mas ok, FFXII ainda vale a pena.

Bem, não listei Winning Eleven porque o jogo da Konami vem sendo o melhor de futebol de cada geração desde quando ainda era International Superstar Soccer, ainda no SNES -- (lembra quando a gente jogava o campeonato na casa do Marcelinho, lá em 94 ou 95? por jaga, estamos velhos).

Discordou da lista? Bah, listas servem para isso mesmo.

Ah, para acompanhar mais novidades e dicas sobre jogos, clica no www.gamedicas.com.br.

See ya.